Após 17 meses de gestão, o atual Conselho Diretor da DAPIBGE tem se deparado com um cenário desafiador, marcado por uma cultura de sindicalismo radical e conflitos de interesses que permeiam os objetivos da associação. Desde sua posse, a equipe buscou implementar suas promessas de campanha, construindo um caminho que, segundo pesquisas internas, tem sido bem avaliado por muitos associados. No entanto, a trajetória não foi isenta de desafios, principalmente devido a uma minoria que optou por uma postura de oposição sistemática.
Essa oposição, em muitos casos, parece ter como principal objetivo atrapalhar o trabalho do conselho, mesmo diante de uma gestão que busca ser participativa e inclusiva. Há relatos de ações que visam obstruir os projetos propostos, mesmo quando alguns dos críticos se beneficiam diretamente das iniciativas que atacam. Essa contradição levanta questões importantes sobre a verdadeira motivação por trás de tais críticas: seria um desejo genuíno de melhoria ou um reflexo de rivalidades internas?
As críticas, vale ressaltar, são bem-vindas quando fundamentadas e construtivas. Entretanto, existe um limite onde o debate saudável se transforma em desrespeito, prejudicando não apenas a dinâmica da gestão, mas o ambiente da própria associação. Aqueles que se dedicam de forma voluntária e honorífica à DAPIBGE merecem o reconhecimento e o respeito que suas contribuições exigem. O desprezo por essa dedicação pode minar a moral e a disposição dos voluntários e, consequentemente, afetar a eficácia da gestão.
À medida que nos aproximamos de um novo ciclo eleitoral, é crucial que todos os associados reflitam sobre a essência da DAPIBGE. A pergunta que paira no ar é: para quem e para quê servimos? É fundamental que os Conselhos Diretor e Fiscal estejam verdadeiramente comprometidos com os interesses da associação e não com agendas individuais ou de grupos específicos. O futuro da DAPIBGE depende do envolvimento de todos, baseando-se em uma cultura de respeito mútuo e colaboração.
Este é um convite à reflexão: se a cultura de oposição e desrespeito continuar a prevalecer, a gestão voluntária da DAPIBGE se tornará insustentável. É preciso perceber que, para assegurar a continuidade e a eficácia do trabalho realizado, todos precisam estar dispostos a construir juntos, de forma respeitosa e colaborativa. A defesa da DAPIBGE não deve ser responsabilidade apenas de alguns, mas de todo o conjunto associativo, pautado pelo conhecimento das regras e pela prática da imparcialidade. Que possamos trilhar um caminho de união em prol dos objetivos comuns.
Conselho Diretor